My Hero Academia: All's Justice, capturando o visual do jogo, o combate explosivo, o roster gigante e momentos épicos da Guerra Final!

Essas mostram bem o estilo do jogo: lutas 3v3 cheias de efeitos, cenários dinâmicos, Deku em ação full power, o hub de exploração e o menu de seleção com dezenas de personagens (incluindo DLC como Star and Stripe). O visual é bem fiel ao anime/mangá, com lighting melhorado e aquela vibe caótica de heróis vs vilões.

O título da review que você mencionou — **"My Hero Academia: All's Justice | Promete tudo, mas entrega pouco"** — vem exatamente da análise publicada pelo **Canaltech**, um site brasileiro bem conhecido por cobrir games, tech e cultura pop. Ela reflete uma opinião compartilhada por boa parte da crítica e de jogadores que esperavam um fechamento épico para a franquia. O jogo **My Hero Academia: All's Justice** (lançado em fevereiro de 2026 pela Bandai Namco) é um **arena fighter 3v3 com tag** (estilo similar a Naruto Ultimate Ninja Storm ou Dragon Ball FighterZ em alguns aspectos, mas com mecânicas próprias). Ele foca no arco da **Guerra Final** do mangá/anime, traz um roster gigante (cerca de 68 personagens jogáveis, incluindo heróis e vilões de todos os cantos da série), cinemáticas 3D novas, modos de história, missões em equipe (Team Up Missions), customização pesada e um hub para explorar. **O que ele promete (e entrega bem para fãs hardcore):** - Um dos maiores rosters da história de jogos de anime, com personagens variados (de Deku e All Might até vilões menores como Gentle Criminal). - Combate caótico e flashy, com combos acessíveis mas que têm profundidade (sistema de hits/throws/guards tipo pedra-papel-tesoura, tags livres e super moves exagerados). - Muito fan service: recria momentos icônicos da Guerra Final, tem interações entre personagens, e tenta capturar o espírito de "heróis unidos" da série. - Conteúdo single-player decente (história + side modes como Hero's Diary). **O que entrega pouco (e onde a crítica mais bate):** - **Picos de dificuldade frustrantes** — especialmente no modo história e nas missões em equipe, com inimigos que parecem "quebrados" ou desbalanceados, forçando grind ou repetição. - **Modos single-player desiguais** — cutscenes misturam animação 3D boa com montagens de imagens estáticas baratas, hub vazio, pouca variedade em algumas atividades. - **Apresentação irregular** — alguns estágios repetitivos, problemas de performance em certas plataformas, e sensação de que não abraça totalmente o lado "casual" nem aprofunda o "competitivo". - **Não revoluciona o gênero** — é uma evolução dos jogos anteriores (como One's Justice), mas muitos sentem que ficou aquém do hype, especialmente como "despedida" da série. No **Metacritic**, a média fica em torno de **72/100** (críticos mistos), com users mais baixos (geralmente por frustração com balanceamento). Reviews variam: - TheGamer e MonsterVine dão notas mais baixas (3/5 ou 3.5/5), focando nos picos de dificuldade e execução irregular. - Outros como Video Chums (7.6/10) e Steam Deck HQ elogiam mais o roster e o feeling de anime. - No Brasil, o Canaltech resume bem: "como jogo de luta é sólido, mas sofre com execução inconsistente e não cumpre todo o potencial que o marketing vendeu". Resumindo: se você é fã **muito dedicado** de My Hero Academia e quer reviver a Guerra Final com seus personagens favoritos em combates explosivos, vale a pena (principalmente se pegar em promoção). Mas se esperava um jogo de luta "perfeito" ou algo que competisse com os grandes do gênero, realmente **promete tudo e entrega pouco** — fica no "bom para fãs, mediano para o resto". Você jogou ou está pensando em jogar? O que achou do roster ou do combate? 😄

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